terça-feira, 11 de agosto de 2015

Publicação do Livro Projeto AJO Ambiental 7 Anos


No final de dezembro/14 publicamos uma matéria Lutas e Conquistas em 2014 que falava sobre as experiências dos 7 anos do Projeto AJO Ambiental  que nos inspirou para a criação de uma cartilha.

Tivemos algumas dificuldades para essa publicação, pois não temos patrocínio e tão pouco experiência no ramo editorial. Mas com empenho e muita dedicação, conseguimos publicar o Livro Projeto AJO Ambiental 7anos sensibilizando e provocando mudança de hábitos em prol da sustentabilidade através de uma parceria com a Editora POD que tem foco na sustentabilidade, trabalha com impressão sob demanda, um recurso de alta tecnologia que evita desperdício de matéria prima, desperdício financeiro e contribui para minimizar os impactos ambientais.

Editora POD


O livro, disponível nos formatos Color, P/B e e-book (em fase de publicação pela Editora POD) é uma amostra das nossas experiências, uma leitura simples e objetiva, um desejo de reflexão para todo cidadão, fácil de entender e colocar em prática, seja na sua casa, no seu condomínio, na sua empresa, etc. Em breve estaremos informando a data para o lançamento do Livro.
  
A Educação Ambiental é o alicerce para a mudança da cultura socioambiental de uma sociedade. Quando o cidadão adquire esses conceitos, ele passa a exercer melhor a sua cidadania. Espero que o Livro contribua para uma mudança significativa nas suas atitudes possibilitando ações sustentáveis no seu cotidiano.

sábado, 8 de agosto de 2015

Feliz dia dos Pais!




Desejo um Feliz dia dos Pais a todos os amigos, pais do mundo todo!

Esse é o primeiro dia dos pais que não posso ligar e desejar ao meu pai muitas felicidades, saúde, paz e agradecer a ele por tudo que ele me proporcionou, pois ele partiu para a eternidade... Que ele possa estar descansando junto ao Pai, Deus todo Poderoso!




sexta-feira, 5 de junho de 2015

05/Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente



Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, muitas atividades acontecendo no Rio de Janeiro e no mundo. 
 
 
 
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/06/pao-de-acucar-tem-mutirao-no-dia-mundial-do-meio-ambiente.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar&fb_ref=Default

  
É preciso uma consciência maior das nossas atitudes cotidianas diante do meio ambiente para minimizar os impactos ambientais, combater o desperdício dos recursos naturais, em especial a água (recurso finito e essencial à vida), dizer não ao consumismo desenfreado, sendo consciente na hora de comprar e na hora de descartar os resíduos. 

 
A sobrevivência da humanidade e a sustentabilidade do nosso planeta dependem das nossas ações.  É preciso um maior comprometimento da humanidade para possibilitar a sobrevivência das futuras gerações.  

 
O Projeto AJO Ambiental com o apoio e o incentivo de seus parceiros: Palmares Adm. de Imóveis, Disque Óleo, Rio Eco Consciente,  Educadores Multiplicadores, Marquecomx, Educadores Online, Escolas Sustentáveis e Coluna da Sustentabilidade SOS Meio Ambiente, vem fazendo a sua parte, promovendo Conscientização e Educação Ambiental há quase 08 (anos) anos,  estimulando o uso dos recursos naturais de forma sustentável, incentivando o consumo consciente e responsável, o combate ao desperdício dos recursos naturais (água e energia) e a separação dos resíduos sólidos "nosso lixo" com destinação correta para minimizar (diminuir) os impactos ambientais em prol da sustentabilidade do nosso planeta. 


 “A terra é capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a ganância. Sejamos nós a mudança que nos queremos para o mundo” - Mahatma Gandhi
 
 
 
 
 

 






 

 
 
 
 



 




 
 

domingo, 10 de maio de 2015

Feliz dia das Mães!



Desejo a todas as mães do mundo, amigas, parceiras e em especial a minha mãe, um Feliz dia das Mães recheado de muito amor e carinho!




sexta-feira, 10 de abril de 2015

Relatório dos Resultados da Pesquisa sobre o Desenvolvimento da EA no Brasil





Estamos divulgando os resultados da Pesquisa sobre o Desenvolvimento da Educação Ambiental no Brasil - Realização: Escolas Sustentáveis/RS, Projeto AJO Ambiental/RJ, Coluna da Sustentabilidade SOS Meio Ambiente/MG (Grupo no LinkedIn)  com o apoio de Educadores Online/SP e Educadores Multiplicadores/PB.

A pesquisa foi realizada no período julho/2014 a janeiro/2015, através do link https://pt.surveymonkey.com/s/JSL65QR

A Política Nacional de Educação Ambiental, Lei 9.795/99, define EA como sendo os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade (com base no Art. 225 da Constituição Federal/88).

O Brasil precisa de mudanças e a Educação é o caminho. A promoção da Educação Ambiental na escola possibilita a formação de cidadãos conscientes e comprometidos, formando uma sociedade mais justa, igualitária e participativa no progresso do seu país. A Educação Ambiental possui um grande papel nesse processo de mudança de comportamento e atitudes diante do meio ambiente, de forma a possibilitar a melhoria da qualidade de vida, mas é preciso estar inserida na Educação Nacional de forma inter, multi e transdisciplinar.

Foi pensando nessas mudanças que idealizamos a pesquisa com o propósito de identificar as dificuldades e compreender o papel da escola e da sociedade na promoção da Educação Ambiental, seja em caráter formal e não formal, e poder contribuir para ampliar os conceitos da Educação Ambiental na Educação Nacional.  Apesar da pesquisa ter sido realizada num universo pequeno, cerca de 198 respostas, houve participação de todas as regiões brasileiras.

A primeira pergunta da pesquisa foi identificar a entidade (escola, instituição, empresa, etc.) dos respondentes, como mostra o gráfico.  Pode-se observar que os respondentes identificaram suas entidades como: Sociedade Civil = 38,07%, Empresas = 34,01%, Escola Púbica = 19,29% e Escola Particular = 8,63%. É notável que as instituições de ensino tiveram uma participação tímida, apesar do Art. 2º da Lei 9.795/99 – PNEA determinar  que a Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da Educação Nacional devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

A segunda pergunta da pesquisa foi sobre a região geográfica. É possível observar que algumas regiões tiveram maior adesão devido à facilidade de divulgação, como mostra no gráfico a Região Sudeste com 49,49% das respostas, a Região Sul com 18,69% das respostas e a Região Nordeste com 17,17% das respostas.  Já as Regiões Centro Oeste com 9,60% das respostas e Norte com 5,05% das respostas, tiveram um participação menor devido às dificuldades para a divulgação da pesquisa nessas regiões.

 

A terceira pergunta da pesquisa foi sobre o nível de conhecimento da Lei 9.795/99 e do Decreto 4.281/02 que regulamentou a Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA. Os resultados são muito positivos, pois conforme demonstrado no gráfico 59,49% responderam que conhecem a PNEA, 33,33% responderam que conhecem parcialmente, apenas 6,67% responderam que desconhecem e 0,51% respondeu que não considera importante a existência de uma Política Nacional de Educação Ambiental.


A quarta pergunta da pesquisa queria saber se a entidade desenvolve projetos e/ou programas de Educação Ambiental tendo como referência a PNEA ou independentes. Nessa pergunta poderia assinalar até duas opções.

34,01% responderam que tem projetos através da gestão interna dos aspectos ambientais.

30,96% responderam que tem parceria com outras entidades para públicos externos.

30,46% responderam que tem programas específicos e direcionados a solução de problemas e impactos imediatos as suas atividades.

41,62% responderam que não tem programas específicos, mas incluem temas ambientais em outras ações desenvolvidas.

A quinta pergunta da pesquisa referiu-se aos projetos e programas desenvolvidos e os aspectos abordados.  Nessa pergunta poderia assinalar até duas opções.

44,10% responderam que os aspectos abordados tem foco na eficiência e racionalização no uso dos recursos hídricos e energéticos.

58,46% responderam que os aspectos abordados tem foco na gestão adequada dos resíduos sólidos orgânicos e inorgânicos (compostagem, coleta seletiva, apoio aos catadores, destinação ambiental adequada, etc.).

40,00% responderam que os aspectos abordados tem foco na valorização de espaços públicos, culturais e lazer, preservação de áreas e paisagens naturais, biodiversidade e/ou espécies específicas.

28,72% responderam que priorizam os aspectos ambientais imediatos a suas atividades com parcerias pontuais relacionadas.


  
A sexta pergunta da pesquisa diz respeito à Educação Ambiental formal estabelecida nos currículos escolares e questiona a opinião dos respondentes sobre a metodologia de ensino adotada.

53,37% responderam que a EA no currículo escolar deve ser Inter, multi e transdisciplinar em todos os níveis de ensino como atualmente está previsto na PNEA.

34,20% responderam que a EA no currículo escolar deve ser uma disciplina específica com foco na sustentabilidade, promovendo todos os aspectos sociais, econômicos, ambientais e culturais, em todos os níveis de ensino, mantendo a Inter, multi e transdisciplinaridade como ação educativa complementar.

5,70% responderam que a EA no currículo escolar deve ser descentralizada, com ênfase voltada à solução de aspectos e impactos ambientais imediatos às atividades econômicas desenvolvidas regionalmente.

6,74% responderam que a EA no currículo escolar deve ter ênfase no ensino fundamental, principalmente nos primeiros anos e na educação infantil.

  

A sétima pergunta da pesquisa diz respeito à Educação Ambiental não formal realizada pela sociedade, empresas, sindicatos, cooperativas, igrejas, veículos de comunicação, ONGs, etc. e questiona como a entidade do respondente entende essa responsabilidade.

82,05% responderam que a EA é uma responsabilidade compartilhada entre a sociedade e o Estado e há a necessidade de diálogo entre as escolas e as entidades externas para a realização de ações conjuntas eficazes, eficientes e contextualizadas.

1,03% respondeu que a EA é uma responsabilidade do Estado através da educação formal estabelecida nos currículos escolares.

1,54% respondeu que a EA não formal deve ser dirigida prioritariamente para a capacitação dos agentes internos às atividades desenvolvidas pelas entidades.

15,38% responderam que EA não formal, além da capacitação interna, as organizações também devem desenvolver projetos e programas direcionados ao público externo às suas atividades.


A oitava pergunta da pesquisa diz respeito à necessidade de um novo modelo de sociedade, onde a ética, a solidariedade e a sustentabilidade caminhem juntas e questiona como a entidade do respondente reconhece esses valores.

35,20% responderam que esses valores são inseridos através da reeducação com estratégias e práticas socioambientais adequadas que viabilize o equilíbrio entre o homem e a natureza.

13,78% responderam que esses valores são inseridos através do diálogo permanente entre o poder público e a sociedade, buscando esforços para a compreensão de uma consciência ambiental.

45,41% responderam que esses valores são inseridos através do comprometimento de ações socioambientais integradas entre o poder público e a sociedade que minimizem os impactos ambientais e possibilitem melhor qualidade de vida.

5,61% responderam que não consideram importantes ações de responsabilidade ambiental e social.


A nona pergunta da pesquisa queria saber se a entidade do respondente conhece a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, Lei 12.305/10, regulamentada pelo Decreto 7.404/10, que possibilitou mudanças no nosso país com a determinação do prazo de vigência para fechamento de lixões em agosto/14.

74,11% responderam que conhecem a PNRS.

7,11% responderam que desconhecem a PNRS.

18,27% responderam que conhecem parcialmente a PNRS.

0,51% respondeu que não considera importante a existência de uma política nacional específica para os resíduos sólidos.


A décima pergunta da pesquisa queria saber qual a postura da entidade do respondente em relação à Lei 12.305/10 - PNRS que foca a responsabilidade compartilhada, envolvendo sociedade, empresas, prefeituras, governos estadual e federal e determina a logística reversa que responsabiliza os fabricantes, distribuidores, comerciantes e consumidores pelo destino final dos produtos e seu retorno às indústrias após a vida útil para destinação ambientalmente adequada.

52,82% responderam que reconhece a importância da Lei e já estão adaptados para as mudanças necessárias.

34,36% responderam que estão buscando informações e instrumentos para se adequar a Lei.

11,28% responderam que ainda não estão preparados para essas mudanças.

1,54% respondeu que não pretende se adequar voluntariamente as exigências da logística reversa.





terça-feira, 24 de março de 2015

Água – Como cuidar melhor desse recurso finito?

Desde 2007 o Projeto AJO Ambiental vem promovendo  conscientização e Educação Ambiental com foco nos resíduos sólidos urbanos (nosso lixo) e no combate ao desperdício dos recursos (água e energia), em especial a água, recurso essencial a vida no Planeta Terra.

Já sabemos que a Educação Ambiental precisa estar inserida na Educação Nacional conforme determina o Art. 2º da Lei 9.795/99 - Política Nacional de Educação Ambiental, que define a Educação Ambiental como um componente essencial e permanente da Educação Nacional devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal. Sabemos, também, que a escola é o alicerce para a construção de cidadãos conscientes e comprometidos com as questões ambientais e que serão os herdeiros do futuro.


Para mostrar na prática como é importante envolver as crianças e os jovens em projetos de conscientização e Educação Ambiental, entrevistamos o Professor Amarildo R. Ferrari, coordenador CENED http://www.cenedcursos.com.br que idealizou o Programa Água: Conscientização e Cuidado - Ciclo de Palestras em Escolas Públicas do Rio Grande do Sul sobre o Uso Consciente da Água.

AJO: O que motivou a idealização do Programa Água: Conscientização e Cuidado?
 Prof. Amarildo: O principal motivador deste projeto foi a recente crise hídrica em nosso país e a consequente falta de conhecimento e educação por parte do público. Percebi, então, que é necessário educar e conscientizar as crianças e adolescentes o mais breve possível. Com isto em mente pensei neste ciclo de palestras em escolas públicas.

AJO: Sabemos o quanto é difícil conseguir recursos financeiros para promover Conscientização  e  Educação Ambiental no nosso país. O seu Projeto chama a atenção da sociedade para uma contribuição financeira e em troca dá recompensas. Como funciona?
Prof. Amarildo: Realmente, nem sempre conseguimos ajuda financeira quando elaboramos um projeto, nem do governo, nem de fundações. Por mais interessante que um projeto seja, muitas vezes, fica sem realização, engavetado, por falta de recursos financeiros. O meu projeto utiliza-se de um sistema recente propiciado pela internet que é o chamado “crowdfunding” ou financiamento coletivo. Neste sistema você expõe seu projeto, faz divulgação nos meios virtuais, como redes sociais, e-mail e outros, com a finalidade de receber contribuições para a realização do projeto. As recompensas são uma forma de agradecer a quem contribui e também uma forma de motivar para contribuir.

AJO: Como o Programa Água: Conscientização e Cuidado será oferecido às Escolas Públicas do Rio Grande do Sul?
Prof. Amarildo: O projeto é a realização de palestras de Conscientização sobre o uso da Água, no dia a dia, não somente nas escolas, mas também em casa e em outros lugares. A meta é a realização de 20 palestras, se o valor necessário para o projeto for alcançado. Serão escolhidas as escolas, programadas as datas e a sua consequente realização. As palestras realizadas serão publicadas em redes sociais e blog, com fotos, para que os contribuintes acompanhem a execução do projeto.

AJO: O Programa de Palestras pretende atingir aproximadamente de 3.000 a 4.000 alunos. Sabemos que as escolas ainda tem dificuldades de promover  conscientização e Educação Ambiental dentro do Currículo Escolar. Como o Senhor pretende abordar essas questões para os alunos?
Prof. Amarildo: Para que o aluno goste da palestra e tenha novos pensamentos, de mais cuidado e proteção à água, utilizarei de vários recursos audiovisuais e, dentro do possível, interativos. Com isto pretendo motivar a mudança de comportamento no dia a dia de cada aluno, bem como incentivar a escola a tratar o tema água mais constantemente, de forma interdisciplinar. Darei ênfase, especialmente, ao crescente uso da água e sua consequente diminuição, mostrando que cada pequena ação diária que fazemos em favor da água pode trazer grandes mudanças.

AJO Além das palestras, o Programa Água: Conscientização e Cuidado pretende promover eventos com práticas envolvendo os alunos?

Prof. Amarildo: Inicialmente estão programadas somente as palestras, porém, estas serão um medidor para verificar projetos de continuidade nas escolas, como por exemplo, uso eficiente da energia, reaproveitamento de resíduos, horta escolar, etc.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O CONSUMO EXAGERADO E A ESCASSEZ DOS RECURSOS NATURAIS

 “A terra é capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a ganância. Sejamos nós a mudança que nos queremos para o mundo” - Mahatma Gandhi

A frase acima nos remete a uma reflexão das nossas atitudes como cidadão, como empresário, como sociedade, como poder público, etc. A ganância do homem sem limite e o consumo exagerado comprometem a escassez dos recursos naturais, a vida da humanidade e a sustentabilidade do Planeta Terra.

Em agosto/2007 quando concretizei a ideia do Projeto AJO Conscientização e Educação Ambiental, com foco na separação e destinação correta dos resíduos sólidos (nosso lixo) e no combate ao desperdício dos recursos naturais (água e energia), tinha acabado de cursar Pós Graduação Lato Sensu em Gestão e Controle Ambiental pela UGF/RJ e logo depois tive o prazer de ler o Livro “Mundo Sustentável” – Ed. 2005 do André Trigueiro, Jornalista, Pós Graduado em Gestão Ambiental pela UFRJ, que fez a cobertura da Rio92. O Livro já despertava para a preocupação dos impactos ambientais que comprometiam os recursos naturais, principalmente a poluição dos rios e a escassez de água potável no mundo.

Dez anos se passaram e observamos que não houve ações planejadas para combater e/ou minimizar os problemas com a escassez de água potável. A falta de comprometimento do poder público e o exagerado consumo desses recursos (água e energia) para atender uma sociedade cada vez mais crescente, exigente e sem controle, em combinação com a falta de chuvas, principalmente na Região Sudeste e Centro Oeste (sem falar no Nordeste que já sofre essas consequências há muitos anos) vem causando a estagnação precoce desse recurso (água potável) essencial à vida.

Para minimizar os impactos causados pela escassez de água e energia é preciso fazer o dever de casa, combatendo os desperdícios e usando esses recursos com responsabilidade. É preciso uma grande mobilização da sociedade, das indústrias, do agronegócio, das instituições de ensino, dos sindicatos, das associações, etc. e um comprometimento maior do poder público. Se cada um fizer a sua parte começando dentro de casa certamente podemos usufruir um pouco mais desse recurso (água potável), que já temos certeza de que sem ele a vida na Terra fica comprometida.