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sexta-feira, 4 de setembro de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Publicação do Livro Projeto AJO Ambiental 7 Anos
No final de dezembro/14 publicamos uma matéria Lutas
e Conquistas em 2014 que falava sobre as experiências dos 7 anos do Projeto
AJO Ambiental que nos inspirou para a
criação de uma cartilha.
Tivemos
algumas dificuldades para essa publicação, pois não temos patrocínio e tão
pouco experiência no ramo editorial. Mas com empenho e muita dedicação,
conseguimos publicar o Livro Projeto AJO Ambiental 7anos
sensibilizando e provocando mudança de hábitos em prol da sustentabilidade
através de uma parceria com a Editora POD que tem foco na
sustentabilidade, trabalha com
impressão sob demanda, um recurso
de alta tecnologia que evita desperdício de matéria prima, desperdício financeiro e contribui
para minimizar os impactos ambientais.
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| Editora POD |
O livro, disponível nos formatos Color, P/B e e-book (em fase de publicação pela Editora POD) é uma amostra das nossas experiências, uma leitura simples e objetiva, um desejo de reflexão para todo cidadão, fácil de entender e colocar em prática, seja na sua casa, no seu condomínio, na sua empresa, etc.
A Educação
Ambiental é o alicerce para a mudança da cultura socioambiental de uma
sociedade. Quando o cidadão adquire esses conceitos, ele passa a exercer melhor
a sua cidadania. Espero que o Livro contribua para uma mudança significativa nas
suas atitudes possibilitando ações sustentáveis no seu cotidiano.
sábado, 8 de agosto de 2015
Feliz dia dos Pais!
Desejo um Feliz dia
dos Pais a todos os amigos, pais do mundo todo!
Esse é o primeiro dia dos pais que não posso ligar
e desejar ao meu pai muitas felicidades, saúde, paz e agradecer a ele por tudo
que ele me proporcionou, pois ele partiu para a eternidade... Que ele possa
estar descansando junto ao Pai, Deus todo Poderoso!
sexta-feira, 5 de junho de 2015
05/Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente
Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, muitas atividades acontecendo no Rio de Janeiro e no mundo.
É preciso uma
consciência maior das nossas atitudes cotidianas diante do meio ambiente para
minimizar os impactos ambientais, combater o desperdício dos recursos naturais,
em especial a água (recurso finito e essencial à vida), dizer não ao consumismo
desenfreado, sendo consciente na hora de comprar e na hora de descartar os
resíduos.
A sobrevivência da
humanidade e a sustentabilidade do nosso planeta dependem das nossas ações. É preciso um maior comprometimento da
humanidade para possibilitar a sobrevivência das futuras gerações.
O Projeto AJO Ambiental com o apoio e o
incentivo de seus parceiros: Palmares Adm. de Imóveis, Disque Óleo, Rio Eco Consciente, Educadores Multiplicadores, Marquecomx, Educadores Online, Escolas
Sustentáveis e Coluna
da Sustentabilidade SOS Meio Ambiente, vem fazendo a sua parte, promovendo
Conscientização e Educação Ambiental há quase 08 (anos) anos, estimulando o uso dos recursos naturais de
forma sustentável, incentivando o consumo consciente e responsável, o combate ao
desperdício dos recursos naturais (água e energia) e a separação dos resíduos
sólidos "nosso lixo" com destinação correta para minimizar (diminuir)
os impactos ambientais em prol da sustentabilidade do nosso planeta.
“A terra é capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a
ganância. Sejamos nós a mudança que nos queremos para o mundo” - Mahatma Gandhi
domingo, 10 de maio de 2015
Feliz dia das Mães!
Desejo a todas as mães do mundo, amigas, parceiras e em especial a minha mãe, um Feliz dia das Mães recheado de muito amor e carinho!
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Relatório dos Resultados da Pesquisa sobre o Desenvolvimento da EA no Brasil
Estamos divulgando os
resultados da Pesquisa sobre o Desenvolvimento da Educação Ambiental no Brasil
- Realização: Escolas Sustentáveis/RS, Projeto AJO Ambiental/RJ, Coluna da
Sustentabilidade SOS Meio Ambiente/MG (Grupo no LinkedIn) com o apoio de Educadores
Online/SP e Educadores Multiplicadores/PB.
A pesquisa foi
realizada no período julho/2014 a janeiro/2015, através do link https://pt.surveymonkey.com/s/JSL65QR
A Política Nacional
de Educação Ambiental, Lei 9.795/99, define EA como sendo os processos por meio dos quais o
indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos,
habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente,
bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua
sustentabilidade (com base no Art. 225 da Constituição Federal/88).
O Brasil precisa de mudanças e a Educação é o caminho. A promoção da
Educação Ambiental na escola possibilita a formação de cidadãos conscientes e
comprometidos, formando uma sociedade mais justa, igualitária e participativa
no progresso do seu país. A Educação Ambiental
possui um grande papel nesse processo de mudança de comportamento e atitudes
diante do meio ambiente, de forma a possibilitar a melhoria da qualidade de
vida, mas é preciso estar inserida na Educação Nacional de forma inter, multi e
transdisciplinar.
Foi pensando nessas mudanças que idealizamos a pesquisa com o propósito de identificar as dificuldades
e compreender o papel da escola e da sociedade na promoção da Educação
Ambiental, seja em caráter formal e não formal, e poder contribuir para ampliar
os conceitos da Educação Ambiental na Educação Nacional. Apesar da pesquisa ter sido
realizada num universo pequeno, cerca de 198 respostas, houve participação de
todas as regiões brasileiras.
A primeira pergunta da pesquisa foi
identificar a entidade (escola, instituição, empresa, etc.) dos respondentes,
como mostra o gráfico. Pode-se
observar que os respondentes identificaram suas entidades como: Sociedade Civil
= 38,07%, Empresas = 34,01%, Escola Púbica = 19,29% e Escola Particular = 8,63%. É notável
que as instituições de ensino tiveram uma participação tímida, apesar do Art. 2º da Lei 9.795/99 – PNEA determinar que a
Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da Educação Nacional
devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do
processo educativo, em caráter formal e não formal.
A segunda pergunta da pesquisa foi sobre a região
geográfica. É possível observar que algumas regiões tiveram maior adesão devido
à facilidade de divulgação, como mostra no gráfico a Região Sudeste com 49,49% das respostas, a Região Sul com 18,69% das respostas e a Região Nordeste com 17,17% das respostas. Já as Regiões Centro Oeste com 9,60% das respostas e Norte com 5,05% das respostas, tiveram um participação
menor devido às dificuldades para a divulgação da pesquisa nessas regiões.
A terceira pergunta da
pesquisa foi sobre o nível de conhecimento da Lei 9.795/99 e do Decreto
4.281/02 que regulamentou a Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA. Os
resultados são muito positivos, pois conforme demonstrado no gráfico 59,49% responderam
que conhecem a PNEA, 33,33% responderam
que conhecem parcialmente, apenas 6,67% responderam
que desconhecem e 0,51% respondeu
que não considera importante a existência de uma Política Nacional de Educação
Ambiental.
A quarta pergunta da pesquisa queria saber se a
entidade desenvolve projetos e/ou programas de Educação Ambiental tendo como
referência a PNEA ou independentes. Nessa pergunta poderia assinalar até duas
opções.
34,01% responderam que tem
projetos através da gestão interna dos aspectos ambientais.
30,96% responderam que tem
parceria com outras entidades para públicos externos.
30,46% responderam que tem
programas específicos e direcionados a solução de problemas e impactos
imediatos as suas atividades.
41,62% responderam que não tem programas
específicos, mas incluem temas ambientais em outras ações desenvolvidas.
A quinta pergunta da pesquisa referiu-se aos projetos e programas
desenvolvidos e os aspectos abordados.
Nessa pergunta poderia assinalar até duas opções.
44,10% responderam que os aspectos
abordados tem foco na eficiência e racionalização no uso dos recursos hídricos
e energéticos.
58,46% responderam que os
aspectos abordados tem foco na gestão adequada dos resíduos sólidos orgânicos e
inorgânicos (compostagem, coleta seletiva, apoio aos catadores, destinação
ambiental adequada, etc.).
40,00% responderam que os
aspectos abordados tem foco na valorização de espaços públicos, culturais e
lazer, preservação de áreas e paisagens naturais, biodiversidade e/ou espécies específicas.
28,72% responderam que priorizam os
aspectos ambientais imediatos a suas atividades com parcerias pontuais
relacionadas.
A sexta pergunta da pesquisa diz respeito à
Educação Ambiental formal estabelecida nos currículos escolares e questiona a
opinião dos respondentes sobre a metodologia de ensino adotada.
53,37% responderam que a EA no
currículo escolar deve ser Inter, multi e transdisciplinar em todos os níveis
de ensino como atualmente está previsto na PNEA.
34,20% responderam que a EA no
currículo escolar deve ser uma disciplina específica com foco na
sustentabilidade, promovendo todos os aspectos sociais, econômicos, ambientais
e culturais, em todos os níveis de ensino, mantendo a Inter, multi e
transdisciplinaridade como ação educativa complementar.
5,70% responderam que a EA no
currículo escolar deve ser descentralizada, com ênfase voltada à solução de
aspectos e impactos ambientais imediatos às atividades econômicas desenvolvidas
regionalmente.
6,74% responderam que a EA no
currículo escolar deve ter ênfase no ensino fundamental, principalmente nos
primeiros anos e na educação infantil.
A sétima pergunta da pesquisa diz respeito à
Educação Ambiental não formal realizada pela sociedade, empresas, sindicatos,
cooperativas, igrejas, veículos de comunicação, ONGs, etc. e questiona como a
entidade do respondente entende essa responsabilidade.
82,05% responderam que a EA é uma
responsabilidade compartilhada entre a sociedade e o Estado e há a necessidade
de diálogo entre as escolas e as entidades externas para a realização de ações
conjuntas eficazes, eficientes e contextualizadas.
1,03% respondeu que a EA é uma responsabilidade
do Estado através da educação formal estabelecida nos currículos escolares.
1,54% respondeu que a EA não
formal deve ser dirigida prioritariamente para a capacitação dos agentes
internos às atividades desenvolvidas pelas entidades.
15,38% responderam que EA não
formal, além da capacitação interna, as organizações também devem desenvolver
projetos e programas direcionados ao público externo às suas atividades.
A oitava pergunta da pesquisa diz respeito à
necessidade de um novo modelo de sociedade, onde a ética, a solidariedade e a
sustentabilidade caminhem juntas e questiona como a entidade do respondente
reconhece esses valores.
35,20% responderam que esses
valores são inseridos através da reeducação com estratégias e práticas
socioambientais adequadas que viabilize o equilíbrio entre o homem e a
natureza.
13,78% responderam que esses
valores são inseridos através do diálogo permanente entre o poder público e a
sociedade, buscando esforços para a compreensão de uma consciência ambiental.
45,41% responderam que esses
valores são inseridos através do comprometimento de ações socioambientais
integradas entre o poder público e a sociedade que minimizem os impactos
ambientais e possibilitem melhor qualidade de vida.
5,61% responderam que não
consideram importantes ações de responsabilidade ambiental e social.
A nona pergunta da pesquisa queria saber se a entidade do
respondente conhece a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, Lei
12.305/10, regulamentada pelo Decreto 7.404/10, que possibilitou mudanças no
nosso país com a determinação do prazo de vigência para fechamento de lixões em
agosto/14.
74,11% responderam que conhecem a
PNRS.
7,11% responderam que
desconhecem a PNRS.
18,27% responderam que conhecem
parcialmente a PNRS.
0,51% respondeu que não
considera importante a existência de uma política nacional específica para os
resíduos sólidos.
A décima pergunta da pesquisa queria saber qual
a postura da entidade do respondente em relação à Lei 12.305/10 - PNRS que foca
a responsabilidade compartilhada, envolvendo sociedade, empresas, prefeituras,
governos estadual e federal e determina a logística reversa que responsabiliza os
fabricantes, distribuidores, comerciantes e consumidores pelo destino final dos
produtos e seu retorno às indústrias após a vida útil para destinação
ambientalmente adequada.
52,82% responderam que reconhece
a importância da Lei e já estão adaptados para as mudanças necessárias.
34,36% responderam que estão buscando
informações e instrumentos para se adequar a Lei.
11,28% responderam que ainda não
estão preparados para essas mudanças.
1,54% respondeu que não pretende
se adequar voluntariamente as exigências da logística reversa.
sábado, 28 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
Água – Como cuidar melhor desse recurso finito?
Desde 2007 o Projeto AJO
Ambiental vem promovendo conscientização
e Educação Ambiental com foco nos resíduos sólidos urbanos (nosso lixo) e no
combate ao desperdício dos recursos (água e energia), em especial a água,
recurso essencial a vida no Planeta Terra.
Já sabemos que a
Educação Ambiental precisa estar inserida na Educação Nacional conforme
determina o Art. 2º da Lei
9.795/99 - Política Nacional de Educação
Ambiental, que define a Educação Ambiental como um componente essencial
e permanente da Educação Nacional devendo estar presente de forma articulada,
em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não
formal. Sabemos, também, que a escola
é o alicerce para a construção de cidadãos conscientes e comprometidos com as
questões ambientais e que serão os herdeiros do futuro.
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Para mostrar na prática
como é importante envolver as crianças e os jovens em projetos de conscientização
e Educação Ambiental, entrevistamos o Professor Amarildo R. Ferrari,
coordenador CENED http://www.cenedcursos.com.br que idealizou o
Programa Água: Conscientização e Cuidado - Ciclo de Palestras em Escolas
Públicas do Rio Grande do Sul sobre o Uso Consciente da Água.
AJO: O que motivou a idealização do Programa Água:
Conscientização e Cuidado?
Prof. Amarildo: O principal motivador
deste projeto foi a recente crise hídrica em nosso país e a consequente falta
de conhecimento e educação por parte do público. Percebi, então, que é
necessário educar e conscientizar as crianças e adolescentes o mais breve
possível. Com isto em mente pensei neste ciclo de palestras em escolas
públicas.
AJO: Sabemos o quanto é difícil conseguir recursos
financeiros para promover Conscientização e
Educação Ambiental no nosso país. O seu Projeto chama a atenção da
sociedade para uma contribuição financeira e em troca dá recompensas. Como
funciona?
Prof. Amarildo: Realmente, nem sempre
conseguimos ajuda financeira quando elaboramos um projeto, nem do governo, nem
de fundações. Por mais interessante que um projeto seja, muitas vezes, fica sem
realização, engavetado, por falta de recursos financeiros. O meu projeto utiliza-se
de um sistema recente propiciado pela internet que é o chamado “crowdfunding”
ou financiamento coletivo. Neste sistema você expõe seu projeto, faz divulgação
nos meios virtuais, como redes sociais, e-mail e outros, com a finalidade de
receber contribuições para a realização do projeto. As recompensas são uma
forma de agradecer a quem contribui e também uma forma de motivar para
contribuir.
AJO: Como o Programa Água: Conscientização e
Cuidado será oferecido às Escolas Públicas do Rio Grande do Sul?
Prof. Amarildo: O projeto é a realização
de palestras de Conscientização sobre o uso da Água, no dia a dia, não somente
nas escolas, mas também em casa e em outros lugares. A meta é a realização de
20 palestras, se o valor necessário para o projeto for alcançado. Serão
escolhidas as escolas, programadas as datas e a sua consequente realização. As
palestras realizadas serão publicadas em redes sociais e blog, com fotos, para que
os contribuintes acompanhem a execução do projeto.
AJO: O Programa de Palestras pretende atingir aproximadamente
de 3.000 a 4.000 alunos. Sabemos que as escolas ainda tem dificuldades de
promover conscientização e Educação
Ambiental dentro do Currículo Escolar. Como o Senhor pretende abordar essas
questões para os alunos?
Prof. Amarildo: Para que o aluno goste
da palestra e tenha novos pensamentos, de mais cuidado e proteção à água,
utilizarei de vários recursos audiovisuais e, dentro do possível, interativos.
Com isto pretendo motivar a mudança de comportamento no dia a dia de cada
aluno, bem como incentivar a escola a tratar o tema água mais constantemente,
de forma interdisciplinar. Darei ênfase, especialmente, ao crescente uso da água
e sua consequente diminuição, mostrando que cada pequena ação diária que
fazemos em favor da água pode trazer grandes mudanças.
AJO Além das palestras, o Programa Água:
Conscientização e Cuidado pretende promover eventos com práticas envolvendo os alunos?
Prof. Amarildo: Inicialmente estão
programadas somente as palestras, porém, estas serão um medidor para verificar
projetos de continuidade nas escolas, como por exemplo, uso eficiente da
energia, reaproveitamento de resíduos, horta escolar, etc.
domingo, 8 de março de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
O CONSUMO EXAGERADO E A ESCASSEZ DOS RECURSOS NATURAIS
“A terra é
capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a ganância. Sejamos nós a
mudança que nos queremos para o mundo” - Mahatma Gandhi
A frase acima nos remete a uma reflexão das nossas
atitudes como cidadão, como empresário, como sociedade, como poder público,
etc. A ganância do homem sem limite e o consumo exagerado comprometem a escassez
dos recursos naturais, a vida da humanidade e a sustentabilidade do Planeta
Terra.
Em agosto/2007 quando concretizei a ideia do Projeto
AJO Conscientização e Educação Ambiental, com foco na separação e destinação
correta dos resíduos sólidos (nosso lixo) e no combate ao desperdício dos
recursos naturais (água e energia), tinha acabado de cursar Pós Graduação Lato
Sensu em Gestão e Controle Ambiental pela UGF/RJ e logo depois tive o prazer de
ler o Livro “Mundo Sustentável” – Ed. 2005 do André Trigueiro, Jornalista, Pós Graduado
em Gestão Ambiental pela UFRJ, que fez a cobertura da Rio92. O Livro já
despertava para a preocupação dos impactos ambientais que comprometiam os
recursos naturais, principalmente a poluição dos rios e a escassez de água
potável no mundo.
Dez anos se passaram e observamos que não houve ações
planejadas para combater e/ou minimizar os problemas com a escassez de água
potável. A falta de comprometimento do poder público e o exagerado consumo
desses recursos (água e energia) para atender uma sociedade cada vez mais
crescente, exigente e sem controle, em combinação com a falta de chuvas,
principalmente na Região Sudeste e Centro Oeste (sem falar no Nordeste que já sofre
essas consequências há muitos anos) vem causando a estagnação precoce desse
recurso (água potável) essencial à vida.
Para minimizar os impactos causados pela escassez de
água e energia é preciso fazer o dever de casa, combatendo os desperdícios e
usando esses recursos com responsabilidade. É preciso uma grande mobilização da
sociedade, das indústrias, do agronegócio, das instituições de ensino, dos
sindicatos, das associações, etc. e um comprometimento maior do poder público. Se
cada um fizer a sua parte começando dentro de casa certamente podemos usufruir
um pouco mais desse recurso (água potável), que já temos certeza de que sem ele
a vida na Terra fica comprometida.
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